Skatteverket - Personnummer

Skatteverket – Personnummer

Como eu sou estrangeira e recebi a permissão de residência por vínculo familiar, eu preciso ir ao Skatterverket (como se fosse uma receita federal no Brasil) para poder ter acesso a todos os serviços do estado sueco, e alguns privados também, eu preciso do meu personnummer.

Pois bem, antes de irmos lá pessoalmente (eu e o Hakan), nós ligamos para lá e perguntamos o que era necessário levar, quais documentos, coisa e tal. Fomos informados que era necessário levar minha certidão de divórcio traduzida, meu passaporte e eu.

No dia que fomos lá (25 set), pegamos uma senha e fomos chamados a um guichê, onde a atendente nos deu um formulário (todo em sueco) pra preencher...

Os campos perguntavam prioritariamente meus dados, data da minha chegada, onde moraria e com quem, e sobre meu estado civil, (daí entendemos o porque da certidão de divórcio traduzida pro inglês), devolvemos o formulário pra atendente que pediu meu passaporte e tirou cópia de todas as páginas, inclusive da capa dele. Daí ela disse: ok, ele chegará em sua casa via correio em 2 ou 3 semanas (quase morri ali mesmo, 3 semanas?), foi aí que fizemos a grande pergunta: e a cópia da certidão de divórcio, você não vai recolher? – Não, não é necessário... ok!

Fiquei muito danada da vida com o prazo de 3 semanas, porque tenho planos de fazer tanta coisa, e estava presa por causa de um infeliz de um número que controla a vida toda da gente... Mas, paciência né? Na terra dos bárbaros, aja como eles… ok paciência!!!!

Mas, na quarta-feira da semana seguinte (30 set) foi que eu “endoidei”, recebo uma carta do tal Skatteverket falando que estava faltando a bendita cópia da certidão de divórcio... Eu não sabia se ria de raiva, se chorava de ódio ou se gritava um %$#@#$$^&*&^^%$##@@@!$%^%$## bem sonoro!!!!!!

O que isso queria dizer? Pelo menos mais uma semana de atraso no bendito número, e nós perguntamos mais de uma vez pela entrega do papel...

Mandamos o bendito papel pelo correio... aguardo notícias...

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"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."

(Carlos Drummond de Andrade)