Diário de Bordo - dia 1

Acabamos de chegar em Napolen Viken
Os vendedores ambulantes

Diário de bordo – dia 1

Decidimos fazer compras pra nossa viagem de veleiro: comida rápida, pão, vinho, queijo, suprimentos para churrasco, muita água, dvds, chicletes, chocolates, bombons, cerveja, suco, sucrilhos, leite, cigarro...

Eu queria levar meu computador, mas, o mini modem do Hakan não era usb, era um “datacard” e meu computador não tem entrada para isso (inclusive eu nunca tinha visto isso na vida...hahahahah). Então compramos um mini modem usb pro meu computador...

Partimos por volta de 18h... na ida perdemos um “fender” (uma espécie de bóia de borracha que fica na lateral do barco para proteger de colisões, raspões e outros oes com outros barcos, pedras, marinas, etc...)

Não estava quente, estava nublado e ameaçando chover (comecei a ficar preocupada e desanimada) mas, depois de 1h da partida (estávamos só com o motor à 6 knotts, 1 knott = 1.8512km/h), chegamos a um lugar bem legal, onde já havia outros barcos, as pessoas vão pra lá com seus barcos para passear na ilha, jantar, ficar no barco, nadar, etc...




Achei muito legal porque existe uma versão de vendedores ambulantes, eles são registrados no governo e veem de barco vendendo conveniências: pão, queijo, cigarro, refrigerantes, não vendem bebidas alcõolicas, depois explico o porquê...

A ilha chama Napoleon Viken. Passamos a noite lá e partimos no dia seguinte por volta de 12h.

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"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."

(Carlos Drummond de Andrade)