Lições de mar e vela - 1

É assim que os barcos ficam estacionados
Esses aí são os fenders de um barco e de outro
As duas cordas na parte da frente
A grande boia na parte de trás - dessa vez colocamos duas cordas
Lições de mar e Vela – 1

Quando vamos velejar, não é só ligar o barco e sair da garagem... rssss (quem me dera se fosse).

Antes de sair com o barco temos que checar baterias, checar entradas e saidas de água, temos que completar o combustível, temos que completar o container de água doce, temos que checar todos os instrumentos. Se tudo estiver ok, e depois de consertar o que não está ok, é hora de ligar os motores (porque não dá pra sair velejando da marina, tem que usar o motor).

Para “startar” o motor, primeiro tem que ligar a bateria (virar uma borboleta no painel), checar se o motor está em ponto morto e depois virar a chave e apertar a ignição: motor ligado.

Depois de tudo isso feito, temos que manobrar o barco na marina, mas pra isso tenho que explicar como o barco fica “estacionado”: o barco fica “amarrado” triangularmente no deck (ponte). Existem duas cordas com amortecedores na frente do barco e uma outra corda que fica amarrada a uma bóia grande na parte de trás, o objetivo é que o barco fique estabilizado e parado, não balançando de um lado para o outro, uma vez que tem outros barcos “estacionados” bem ao lado paralelamente. (por isso existe os fenders).

Então, o segredo é o seguinte: você desamarra as duas cordas da frente e fica segurando, enquanto outra pessoa fica na parte de trás puxando a corda que esta amarrada na bóia, porque assim você mantém o barco estabilizado até ele sair da vaga.

Pronto, depois dessa confusão toda vai velejar feliz...

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"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."

(Carlos Drummond de Andrade)