Permissao de residencia por vinculo familiar...


Permissão de residência por vinculo familiar – Suécia

No dia 07 de julho de 2009 recebi meu visto de residência por vinculo familiar para morar na Suécia, foi o desfecho para muita ansiedade. Mas lembro direitinho quando e como tudo começou:

Depois que voltei da minha primeira viagem para a Suécia em janeiro de 2009, o Hakan pediu para que eu entrasse com o pedido de p.r.v.f. no consulado da suécia – para que estrangeiros possam morar, trabalhar e estudar na suécia, é necessário que se tenha um visto de trabalho ou a p.r.v.f.

Então em janeiro eu liguei para o consulado da Suécia no Rio de Janeiro e pedi o agendamento da minha entrevista para a tal p.r.v.f., que foi agendada para Abril, exatamente no dia 9 de abril, véspera da semana santa.

Nessa entrevista era necessário que eu levasse uma série de documentos, originais e cópias entre outros detalhes.

Coincidiu que em abril o Hakan veio ao Brasil e fomos juntos à entrevista no consulado do Rio de Janeiro.

Na entrevista a “responsável por assuntos consulares” me fez várias perguntas: como nos conhecemos, há quanto tempo estávamos juntos, o que eu sei sobre ele, qual a profissão, onde trabalha, o que gosta de fazer pra se divertir, quem são os pais dele, onde moram, quem eu conheço das relações dele, onde ele mora, como é a casa, como nos relacionamos, quais são nossos planos para o futuro, qual minha profissão, onde eu trabalho, quem é a minha família, porque eu me divorciei entre outras perguntas bem pessoais... a decisão sobre o nosso pedido seria de 2 a 9 meses e sem previsão exata.

Nesse período o requerente não pode viajar para a Suécia sob risco de interrupção do processo já iniciado. Imagina a tortura de tanta expectativa.

Pois bem, exatamente 3 meses após a entrevista recebi a P.R.V.F. – Coincidentemente e contrariando as regras eu estava em Estocolmo quando a carta chegou na casa do Hakan.

Quando voltei ao Brasil enviei meu visto para a embaixada em Brasília e devo buscá-lo pessoalmente no consulado do Rio de Janeiro.

Se tudo correr como estou planejando, dia 28 de agosto eu desembarco em Estocolmo, pronta para viver o encontro com meu Amorzão.

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"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."

(Carlos Drummond de Andrade)